top of page

Curto e Profundo

Rayman Assunção

Se olhe no espelho e diga: "Eu me amo"

00:00 / 02:26

Ouça o texto

Há uma força silenciosa que muitos ignoram: o poder de reconhecer o próprio valor. Olhar-se no espelho e declarar “eu me amo” parece simples, até bobo para alguns, mas é um dos gestos mais profundos que alguém pode fazer pela própria alma. Amar-se não é arrogância; é fundamento. Sem amor-próprio, ninguém consegue sustentar relacionamentos saudáveis, enfrentar desafios com coragem ou caminhar com firmeza quando o mundo tenta desestabilizar.

O amor-próprio é o começo de toda mudança verdadeira. Quando a pessoa aprende a se valorizar, ela deixa de aceitar migalhas emocionais, abusos disfarçados, críticas que não constroem. Ela passa a entender que Deus não faz nada por acaso e que a existência de cada ser humano carrega propósito, beleza e força. O ato de afirmar “eu me amo” é, na verdade, um compromisso com esse propósito.

Quem não se ama vive dependente da validação alheia. Qualquer opinião contrária vira tempestade, qualquer rejeição vira desespero, qualquer comentário negativo vira sentença. Mas quem se ama encontra equilíbrio para permanecer de pé, ainda que o mundo diga o contrário. A autovalorização é uma blindagem contra vozes que tentam diminuir, contra ambientes que sufocam e contra pessoas que desejam controlar.

E é justamente por se amar que alguém consegue amar o próximo. Um coração esvaziado não transborda; um coração nutrido, sim. O amor que damos aos outros nasce, primeiro, do amor que cultivamos por nós mesmos. Por isso, diante do espelho, cada pessoa deve reafirmar: “eu me amo, eu me respeito, eu acredito no meu potencial”. Essa pequena afirmação é um lembrete diário de que ninguém deve entregar ao mundo a autoridade sobre o próprio valor.

Quem aprende a se amar se torna mais leve, mais firme e mais preparado para viver. O amor-próprio não é o fim. É o início de tudo.

Preços dos planos

© 2026 por Rayman Assunção  -  Brasil  -  Restricted

bottom of page