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Curto e Profundo

Rayman Assunção

Não seja uma "Maria-vai-com-as-outras"

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Há um risco silencioso que muitos só percebem tarde demais: o de viver como uma “Maria-vai-com-as-outras”. É quando a pessoa deixa que a opinião alheia determine suas escolhas, seus gostos, seus sonhos e até aquilo em que acredita. Esse comportamento, apesar de comum, enfraquece a identidade e rouba a coragem de viver a própria verdade. A vida ganha sentido quando cada um assume a responsabilidade de ser quem realmente é.

Seguir a multidão pode até parecer mais confortável. Ninguém critica, ninguém rejeita, ninguém percebe. Mas o preço é alto. A alma se acostuma a ser pequena, tímida, submissa às expectativas dos outros. Aos poucos, a pessoa deixa de pensar por si mesma. Esquece o que gosta, o que deseja, o que a move. E quando tenta lembrar, descobre que quase tudo nela foi moldado por influências externas.

Construir identidade exige coragem. É preciso questionar, refletir, posicionar-se. É preciso ter a firmeza de dizer “não” quando necessário, mesmo que muitos digam “sim”. É preciso ter a ousadia de escolher caminhos diferentes, mesmo quando a maioria vai pelo mais fácil. Quem decide viver com autenticidade se torna mais forte, mais livre e mais consciente do próprio valor.

Não se trata de ser rebelde por vaidade, mas de ser inteiro por dignidade. Ser alguém que pensa, que discerne, que se posiciona com maturidade. Ser alguém que não muda conforme as ondas de opinião, mas que permanece fiel aos seus princípios e convicções.

O mundo não precisa de cópias. Precisa de pessoas reais. Pessoas que sabem para onde vão, que compreendem quem são e que não pedem permissão para existir plenamente. A verdadeira força está em ser você — sem máscaras, sem multidões guiando seus passos, sem medo de ser diferente. Quem vive assim não segue as outras: inspira.

Preços dos planos

© 2026 por Rayman Assunção  -  Brasil  -  Restricted

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